Senhor! Tu que ensinaste, perdoa que eu ensine;
que leve o nome de mestra, que Tu levaste pela Terra.
Dá-me o amor único de minha escola;
que nem a queimadura da beleza seja capaz de roubar-lhe minha ternura de todos os instantes.
Mestre, faz-me perdurável o fervor e passageiro o desencanto.
Arranca de mim este impuro desejo de justiça que ainda me perturba,
a mesquinha insinuação de protesto que sobe de mim quando me ferem.
Não me doa a incompreensão nem me entristeça o esquecimento das que ensine.
Dá-me o ser mais mãe que as mães,
para poder amar e defender como elas o que não é carne de minha carne.
Dá-me que alcance a fazer de uma de minhas crianças meu verso perfeito e a deixar-lhe cravada minha mais penetrante melodia, para quando meus lábios não cantem mais.
Mostra-me possível teu Evangelho em meu tempo,
para que não renuncie à batalha de cada dia e de cada hora por ele.
Põe em minha escola democrática o resplendor que
se discernia sobre tua roda de meninos descalços.
Faz-me forte, ainda em meu desvalimento de mulher, e de mulher pobre;
faz-me desprezadora de todo poder que não seja puro, de toda pressão que
não seja a de tua vontade ardente sobre minha vida.
(Tradução de Maria Teresa Almeida Pina)
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