28 de abril de 2013

NA AUSTRÁLIA CONVIVER COM AVÓS ESTÁ PRESTES A SE TORNAR COISA DO PASSADO



A Austrália pode estar indo em direção a uma geração de “netos órfãos”. As tendências sociais estão transformando avós em uma instituição ameaçada de extinção.
Coda vez mais um número crescente de mulheres atrasam o parto até seus 30 e 40 anos, ou seja, mais pessoas estão se tornando avós numa idade mais avançada, o que limita a sua capacidade de cuidar dos netos.
Em 2011, o Australian Bureau of Statistics informou um recorde de 12.800 bebês nascidos de mulheres com mais de 40 anos, contra apenas 7.100 com a idade média das mães australianas que é em torno de 30.
A mãe de 40 anos de idade, que tem que esperar para ter um filho, seus pais terão de 70 a 80anos de idade.
Psicólogos afirmam que: “A realidade é que a tendência da maternidade tardia é susceptível a alterar o papel de avós e de como eles interagem com seus netos”.
Cuidar e interagir com um bebê ou criança é geralmente muito mais desgastante fisicamente para alguém em seus 70, 80 e 90 anos, do que aos 50 ou 60 anos.
“Ao invés de freqüentes visitas face-a-face, avós contemporâneos - especialmente aqueles que vivem no exterior ou interestadual - terão que utilizar tecnologias como Skype e Facebook para interagir com os seus netos”, afirmam os especialistas.
Embora as mulheres não devam se sentir pressionadas a ter filhos mais cedo, elas devem entender que atrasar o parto pode colocar as limitações em seus próprios pais.
“Os pais precisam continuar a tomar a decisão que for melhor para eles, mas eles tem que entender, ao mesmo tempo que se demora a ter filhos, limita-se a ajuda que eles podem esperar dos avós”, disse uma psicologa.
Por este motivo, criou-se um serviço online que combina famílias australianas na necessidade de “avós substitutos”.
Cate Kloos, que lançou o serviço no ano passado para encontrar avós substitutos para seus dois filhos, disse que está desesperada para recrutar mais avós para atender a demanda das famílias. “Temos montes de famílias cadastradas, mas poderíamos ter muito mais se houvesse mais avós”. “Recebemos e-mails de famílias interessadas, quase todos os dias, mas temos que dispensá-los. Há definitivamente uma enorme demanda de famílias”.
Cate Kloos afirma que seus filhos Amelie, 5 e Luca, 3, agora tem uma avó substituta. “É muito bom porque ela vive apenas duas casas depois da nossa, para que possamos vê-la regularmente, ela se tornou parte da família”, disse a Sra. Kloos.


news.com.au/

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