14 de junho de 2013

DR. REY EM ENTREVISTA A ÉPOCA


No ar em 172 países, com seu programa de TV de cirurgias plásticas, o brasileiro Roberto Miguel Rey Júnior, o Dr. Rey, diz que fatura US$ 100 milhões por ano com produtos licenciados, cirurgias e apresentações na TV. Mora numa mansão avaliada em US$ 6 milhões em Beverly Hills e acaba de comprar um apartamento no bairro nobre do Itaim, em São Paulo. Filiou-se ao PSC (Partido Social Cristão), o mesmo do pastor Marco Feliciano, que pretende lançá-lo a deputado federal no ano que vem. A ÉPOCA, ele falou da nova carreira.

 

ÉPOCA –Qual será sua plataforma eleitoral?
Dr. Rey – Sou uma espécie de embaixador do Brasil, como Gisele Bündchen e Anderson Silva. Quero mostrar que o brasileiro não é uma piada. É inacreditável que menos de 9% do PIB brasileiro vá para a saúde. Meu governo ria metade Obama, pelo lado social, e metade Ronald Reagan, pelo econômico. Venho da classe D, e meu barraco não tinha eletricidade. O brasileiro só rouba porque está desesperado, assim como eu fazia nos mercados paulistas. Se estivesse no Brasil, estaria na cadeia.

 
ÉPOCA – Vai abandonar a medicina e sua carreira na TV?
Dr. Rey – Minha inspiração foi o Silvio Santos. Precisei da mídia para ser conhecido. As riquinhas pagam meu trabalho humanitário. A cada seio que faço nelas, consigo fazer três correções de lábios leporinos em comunidades carentes. ‘Roubo’ das riquinhas e levo para os pobres. Nasci para elevar o Brasil a Primeiro Mundo. Meu sonho era ser candidato nos Estados Unidos, porque o latino é muito maltratado por aqui. Me falaram para esquecer os gringos, porque o país está em colapso econômico e moral. Então, vou para o Brasil, que é o país do futuro.

 
ÉPOCA – Acha que seria eleito?
Dr. Rey – Sei que a mulher brasileira me apoia. Mas o homem vive numa sociedade machista e não está acostumado com o meu jeito suave. Não sou gay, mas tenho um lado feminino.

ÉPOCA – Por que o PSC?
Dr. Rey – É um partido que não julga. Sou mórmon, metade gringo, tenho um jeito diferente, e eles me aceitaram. Além de tudo, é um partido que não tem vergonha de Deus. Não sou responsável pelas pessoas que estão no partido. Respeito o Feliciano, mas ele é ele – e eu sou eu.

 
Fonte:revistaepoca

Bruno Astuto

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