30 de março de 2014

ANGELINA JOLIE VAI À LUTA CONTRA A “GRANDE VERGONHA” NA BÓSNIA


A MULHER/ atriz Angelina Jolie chegou às lágrimas enquanto falava com vítimas de estupro na Guerra da Bósnia durante uma visita, nesta sexta-feira, para promover uma campanha para acabar com a violência sexual contra as mulheres nas guerras.
“Não pode haver nenhuma paz enquanto as mulheres em zonas de conflito ou de pós-conflito forem estupradas com impunidade”, disse a atriz, ganhadora do Oscar, em Sarajevo.
Jolie estava acompanhada do secretário de Relações Exteriores britânico, William Hague, que será seu parceiro na promoção de uma conferência mundial em Londres, em de junho, sobre medidas para evitar o uso do estupro como uma tática de guerra.
Ela disse esperar que a iniciativa ajude a quebrar tabus sobre o estupro na guerra.
Testemunhas disseram que a atriz chorou enquanto ouvia vítimas na cidade de Srebrenica.
“Nossa tradição não é de falar sobre o estupro”, disse Munira Subasic, chefe da associação de mães de Srebrenica. “Muitas mulheres passaram por isso, mas não falam sobre o assunto. É por isso que esta visita é importante, para lhes mostrar que elas não têm de lidar sozinhas com isso”, afirmou Munira.
A iniciativa foi inspirada, em parte, no filme “Na Terra de Amor e Ódio”, dirigido por Jolie, que abordou a violência sexual infligida a uma mulher durante a Guerra da Bósnia (1992-95).
 
yahoo.com
Por: Maja Zuvela
 
 
Grande MULHER, excelente atriz e linda. Sou muito Fã!! Rosélia Santos
 
 

28 de março de 2014

O CAMPUS DA UFCG – POMBAL PB, ACABA DE GANHAR MAIS UM CURSO

A Universidade Federal de Campina Grande – UFCG, Campus Pombal - PB que já possuía três Cursos, o de Engenharia de Alimentos, Agronomia e Engenharia Ambiental obteve a aprovação de mais um ótimo Curso na área de engenharia, o Curso de Engenharia Civil.
Segundo o Diretor do Campus Prof: Roberto Cleiton, em entrevista concedida ao JPB,
 “Esse foi o resultado de uma luta de quatro anos e que só agora foi consolidada”.
 
Serão oferecidas 45 vagas já para o próximo semestre de 2014. Aqueles que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM, em 2013, poderão concorrer a uma vaga no referido curso.
Para que a demanda seja atendida, será preciso a construção de uma nova central de aulas e quatro laboratórios.
 
Para o Vice- diretor do Campus de Pombal o Prof: Camilo Farias,
“O Curso envolvera todas as áreas e grandes áreas da Engenharia civil, como Zootecnia, a parte de recursos hídricos, transporte e toda a parte que um engenheiro civil deve possuir para que possa exercer sua profissão”.
Outra ótima noticia, é que já se encontra em andamento a elaboração de mais um projeto que visa a criação de mais dois cursos: O de Arquitetura e o de Engenharia Química. Dessa forma, a UFCG - Campus Pombal – PB estará cumprindo a recomendação do Ministério da Educação – MEC que pede no mínimo cinco cursos para cada centro.
“Estamos trabalhando na elaboração de cursos, para que complete os cinco cursos ou mais no nosso Campus no Sertão para que possa atender essa população vizinha do sertão paraibano, que tem dificuldade de se deslocar para as cidades maiores como Campina Grande e João Pessoa para conseguir fazer seu curso.” Afirma o Professor e Vice-diretor Camilo Farias.
Parabéns a todos que fazem a nossa UFCG Campus Pombal – PB.
Rosélia Santos
 
Fonte: Jornal da Paraíba – JPB - Televisivo
Fotos: Google
 

SAIBA MAIS UM POUCO SOBRE PROTETORES SOLARES QUÍMICOS E FÍSICOS


O primeiro protetor solar disponibilizado comercialmente surgiu em 1928, nos Estados Unidos. Porém, durante muito tempo pouca ou nenhuma atenção foi dada aos agentes fotoprotetores. Apenas em 1943, um filtro químico, o PABA (ácido para-aminobenzoico) foi patenteado como primeiro filtro solar estabelecido. No entanto foi na década de 1970 que ocorreu a popularização dos agentes fotoprotetores, primeiramente do tipo UVB. Os filtros protetores para UVA surgiram na década de 1980 e 1990, com os filtros físicos: dióxido de titânio e óxido de zinco, respectivamente. 
O protetor solar é um produto destinado a bloquear o sol e proteger ou abrigar as células da pele contra os efeitos nocivos da radiação ultravioleta, dentre os mais importantes deles: a queimadura solar e o câncer de pele.
Essas medicações de uso local apresentam diversas formulações diferentes que contêm produtos e ingredientes que são capazes de reduzir os efeitos danosos da radiação solar. 
Os mecanismos básicos através dos quais essas substâncias agem são: reflexão, dispersão e absorção da luz ultravioleta. Além disso, podem ser classificados em filtros físicos e químicos. 
ENTENDA A DIFERENÇA
Os filtros físicos, também conhecidos como inorgânicos, são partículas derivadas de metais, ou óxidos metálicos, que atuam através de mecanismos ópticos, refletindo ou dispersando os raios solares. Os principais filtros físicos são o óxido de zinco e dióxido de titânio. Atualmente, eles estão disponíveis também em nanopartículas, o que confere uma coloração mais discreta do que a das formulações anteriores, que deixavam a pele com aspecto esbranquiçado ou acobreado. Em geral, eles são associados aos filtros químicos ou orgânicos para uma melhor cobertura em relação ao espectro de raios ultravioleta. A vantagem desse tipo de filtro é que são mais estáveis e pouco penetram a pele, sendo ideais para os pacientes alérgicos e com sensibilidade cutânea elevada. 
Já os filtros químicos são moléculas que absorvem a radiação ultravioleta, através de reações químicas, “entrando” na frente dos pigmentos cutâneos em sua avidez por energia solar. Dessa maneira, eles absorvem essa radiação, impedindo que ela atinja as células da pele. Dependendo da faixa que cada molécula atue, ele será considerado um filtro solar de amplo espectro (atua na faixa do UVA e UVB) ou exclusivo UVA ou UVB. Em geral, os filtros solares comercializáveis contêm mais de uma molécula para atuarem em uma faixa mais ampla. No entanto, em relação aos filtros físicos, eles possuem uma menor estabilidade, visto que “saturam” a sua capacidade de absorver energia ao longo do tempo, necessitando reaplicações frequentes, caso a exposição se prolongue. Além disso, esse filtro solar pode penetrar a pele e reagir com ela, levando a reações alérgicas e fotoalérgicas (deflagradas pelo próprio sol). 
 
QUEM DEVE USAR CADA UM DOS TIPOS
Pelo exposto acima, fica claro que os filtros físicos são os mais adequados para gestantes e crianças, além de os já mencionados pacientes com alergia prévia a filtros solares e aqueles de pele sensível ou sensibilizada por procedimentos dermatológicos. 
No entanto, para os pacientes que não tenham esse tipo de restrição ou que apresentem doenças cutâneas tais como: câncer de pele prévio, urticária solar, lúpus, manchas de pele e pele muito clara, que sofre com queimaduras solares, o filtro solar de amplo espectro pode ser mais indicado, e os filtros químicos, associados ou não aos físicos, são uma alternativa mais interessante. Pacientes com pele morena, ou extremamente oleosa, se beneficiam dos filtros químicos, sendo que, nesses últimos, podemos optar por uma associação dessas substâncias com ingredientes que absorvem oleosidade, sem comprometimento da ação fotoprotetora. 
FATOR DE PROTEÇÃO SOLAR
Mas não importa o tipo de protetor, o FPS (fator de proteção solar) segue o mesmo princípio. Ele quantifica a proteção que um determinado produto é capaz de oferecer, em termos de tempo de exposição, contra a queimadura solar se comparado à exposição desprotegida. Assim, se um determinado protetor apresenta o valor de FPS 30, isso significa, na prática, que é necessária uma exposição solar 30 vezes maior para produzir vermelhidão na pele, quando comparada à situação em que este usuário estaria sem o produto. 
No entanto, esse tempo sofre forte influência de fatores pessoais e ambientais, como a resposta individual à queimadura, na qual o tipo de pele é importante. Peles mais claras reagirão antes do que peles mais escuras, por exemplo. Ainda devem ser levados em consideração: o índice ultravioleta (IUV) daquele dia, o horário da exposição, a região do corpo e o tipo de solo onde está o indivíduo (areia fina e branca reflete mais o sol do que o piso da piscina, por exemplo). 
Por esse motivo é fundamental atentar para a orientação médica sobre a necessidade de reaplicação do filtro solar, que deve ser individualizada de acordo com os fatores mencionados acima e também de acordo com a presença ou não de doença ou condição da pele do paciente.
 
Fonte: minhavida.com
Por: Dra. Tatiana Gabbi (CRM: 104.415) atualmente é médica assistente do Departamento de Dermatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Possui graduação em Medicina pela Universidade de São Paulo (2001). Atua como dermatologista e é responsável pelos Ambulatórios de Teledermatologia e Doenças Ungueais da Divisão de Dermatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Membro das Sociedades Brasileiras de Dermatologia (SBD) e Cirurgia Dermatológica (SBCD).

BRASIL: UM PAÍS SEM MEMÓRIA


O interior da casa onde o escritor Aluísio Azevedo morou em São Luís já foi destruído e está praticamente pronto para virar um estacionamento.
O inquérito policial que investiga a demolição do local ainda não foi concluído, mas uma cópia do documento preliminar já foi encaminhada para consulta ao Ministério Público do Maranhão nessa segunda-feira (17), segundo a Delegacia de Meio Ambiente da capital maranhense.
De acordo com a delegacia, o inquérito só não foi finalizado porque aguarda um laudo do Instituto de Criminalística (Icrim) sobre a deterioração do imóvel. No entanto, a Superintendência Estadual de Patrimônio Histórico do Maranhão já confirmou que o interior da casa está completamente destruído e pronto para funcionar como estacionamento.
Segundo o MP, o proprietário do imóvel pode ser indiciado criminalmente por demolição do patrimônio público caso a intenção de transformar o local em um estacionamento seja tecnicamente comprovada.
A denúncia de que a casa onde Aluísio Azevedo morou em São Luís poderia virar um estacionamento foi feita no dia 11 de março pelo Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM) na página da instituição no Facebook. A postagem diz o seguinte:
 
“Veja o estado de deterioração que se encontra a casa onde residiu o escritor Aluísio Azevedo, fundador do naturalismo no Brasil e autor de vários obras clássicas da nossa literatura. Nesse mirante ele escreveu ‘O Mulato’. A casa está localizada à Rua do Sol, Centro, São Luís - Maranhão. Segundo informações, colhidas no local, está sendo preparada para funcionar um estacionamento de carros”.
A casa fica localizada na Rua do Sol, na esquina com a Rua da Mangueira, no Centro Histórico da capital maranhense. A morada, segundo o IHGM, fica em meio ao conjunto histórico e arquitetônico intitulado como Patrimônio Histórico e Cultura da Humanidade pela Unesco há 17 anos.
O maranhense Aluísio Azevedo é considerado um dos maiores escritores do realismo e naturalismo brasileiro, autor de clássicos da literatura como ‘O Mulato’ e ‘O Cortiço’. Nascido em São Luís, foi na capital maranhense que ele escreveu parte de suas obras.
g1.globo.com

25 de março de 2014

PÓS-GRADUAÇÕES INTERDISCIPLINARES SÃO AS QUE MAIS CRESCEM

 
Os programas de pós-graduação (PPGs) interdisciplinares são os que mais crescem no País desde 1999, quando a área interdisciplinar foi criada na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação (MEC) que autoriza e avalia esses cursos no País. A área é também a maior na Capes hoje, com 296 programas e 374 cursos - cada programa pode incluir mestrado e/ou doutorado. Apesar do crescimento, até 2012, a maior parte dos cursos interdisciplinares (54%) ainda tinha a nota mínima, 3, segundo o último relatório trienal da Capes. Nenhum alcançou a nota máxima, que é 7.
Segundo o professor dos programas de pós-graduação em Desenvolvimento Rural, que é interdisciplinar, e em Sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Jalcione Almeida, entre os motivos que explicam as baixas notas estão a pouca idade dos cursos e o fato de a prática interdisciplinar ser recente nas universidades. “Esses cursos surgem, em boa medida, em centros universitários fora dos grandes eixos, com uma espécie de agrupamento de intelectuais de diferentes áreas, pois as pequenas universidades não conseguem montar um curso disciplinar com poucos professores”.
Além disso, ele explica, as exigências da Capes para a qualidade dos programas é alta. “Os cursos têm de correr atrás para ter uma equipe docente que dê conta e uma proposta que seja alinhada”.
Já para Marlize Rubin Oliveira, professora do programa de pós-graduação em Desenvolvimento Regional da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), o fato de a avaliação e o financiamento fazerem parte do mesmo processo pode influenciar as notas. “É uma novidade desde a década de 1990 que a avaliação e o financiamento façam parte do mesmo processo. Há um volume de dinheiro para ser distribuído conforme as notas”.
Segundo Marlize, os critérios de avaliação ainda são muito pautados por análises disciplinares e isso prejudica a área. “Avaliar cursos interdisciplinares com critérios disciplinares acaba penalizando esses cursos. Isso vem evoluindo, mas o segundo grande passo pelo qual a área passará será cada vez mais ser avaliada por critérios interdisciplinares”.
Para o diretor de avaliação da Capes, Lívio Amaral, a média dos novos cursos e de novas áreas, quando criados, é menor em relação àquelas que existem há muito tempo e estão consolidadas. “Áreas novas, quando foram criadas, não tinham notas altas, 6 e 7, justamente porque elas são dadas com base em uma referência e uma identificação. Em uma área nova, nem o curso nem a comunidade sabem exatamente como distinguir essa identidade e a qualificação dentro dessa identidade. Isso não aconteceu só em Interdisciplinaridade, mas em Biomedicina e Biotecnologia também, por exemplo”, afirma.
História. A área nasceu em 1999, com o nome de Área Multidisciplinar, por demanda de um grupo de programas que estava mal avaliado em suas áreas porque apresentava aspectos multi e interdisciplinares. Depois, foi criada uma comissão para avaliar os programas, considerando a formação diversa dos professores - principalmente aqueles vindos de universidades que tinham corpo docente restrito - e a realidade dos objetos de pesquisa contemporâneos, que exigem a ampliação dos campos de análise. Em 2008, a área passou a se chamar Interdisciplinar.
 
O grupo mais representativo no processo de criação da área foi o dos programas de Meio Ambiente. “O nascimento desses programas foi incentivado principalmente pela (Conferência) Rio-92, pois a discussão ‘sociedade e natureza’ estava muito pungente naquela época”, explica Marlize.
A consolidação desses cursos fez com que nascesse da área interdisciplinar uma outra: a de Ciências Ambientais. Entre 2009 e 2010, 47 cursos migraram das interdisciplinares para as ambientais.
Em 2012, a área interdisciplinar estava dividida em quatro câmaras temáticas: Sociais e Humanidades (30% dos cursos); Engenharia, Tecnologia e Gestão (24,5%); Saúde e Biológicas (23,6%); e Desenvolvimento e Políticas Públicas (21,9%). Essa mesma configuração se mantém até hoje.
Há dois anos, a área passou a ter programas em todos os Estados. O número aumentou, mas a distribuição porcentual por região teve pouca variação. A maior parte dos programas em 2012 estava concentrada no Sudeste, um total de 119. O Estado mais representativo é São Paulo, com 60 programas, seguido do Rio de Janeiro, com 36. A Região Norte, embora seja a que tem menos cursos (24), é a que mais cresce: 84,6% entre o triênio 2007-2009 e 2010-2012.
Crescimento. Para quem está em um programa interdisciplinar, a possibilidade de analisar um mesmo objeto de pesquisa sob a esfera de diferentes áreas do conhecimento é um reflexo da realidade social e também da academia.
 
Fonte: estadao.com.br
Por: Bárbara Ferreria Santos

RACISMO OU LIBERDADE DE IMPRENSA? JORNAL BELGA PUBLICA IMAGEM DE OBAMA E MICHELLE REPRESENTADOS COMO MACACOS

 
Um jornal belga foi acusado de racismo após a publicar uma imagem representando o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e a primeira-dama, Michelle, como macacos.
O De Morgen, principal jornal da Bélgica, divulgou a imagem poucos dias antes da visita prevista de Obama ao país.
A montagem foi apresentada como se tivesse sido enviada ao jornal pelo presidente russo, Vladimir Putin.
Outra foto de Obama também foi impressa com a legenda “primeiro presidente negro dos EUA começa a vender maconha”.
Internautas expressaram opiniões diversas sobre as imagens em redes sociais. Alguns criticaram a imagem por ser racista, enquanto outros elogiaram a liberdade dada à imprensa na Bélgica.
As imagens foram publicadas “na seção de sátira. Eu acho que isso deveria ser mencionado”, disse um usuário do Reddit, segundo informações do jornal britânico The Independent.
Na quarta-feira (26) o presidente fará uma visita junto do primeiro-ministro belga, Elio di Rupo, e do rei Felipe ao Cemitério e Memorial americano Campo de Flandes, onde estão enterrados 368 soldados americanos mortos na Primeira Guerra Mundial.
 
R7.com

23 de março de 2014

DISFUNÇÃO SEXUAL FEMININA & FALTA DE DESEJO SEXUAL

Muitas mulheres desconhecem que a disfunção sexual feminina está associada à falta de desejo sexual, dificuldade em ficar excitada, lubrificação insuficiente, incapacidade de atingir o orgasmo ou dor durante a atividade sexual.
Sem saber o motivo, elas se culpam por não conseguir sentir prazer durante a relação com o parceiro, sentem vergonha e não procuram ajuda.
Pesquisa recente realizada pela Secretaria de Saúde de São Paulo no Centro de Referência e Especialização em Sexologia (Cresex) do hospital estadual Pérola Byington, apontou que a falta ou diminuição do desejo sexual afeta 48,5% das mulheres.
Dezoito por cento das pacientes relataram dificuldade em alcançar o orgasmo, 9,2% sofriam de dispareunia (dor intensa durante a relação sexual) e 6,9%, possuíam inadequação sexual (níveis diferentes de desejo em relação ao parceiro). Somente 13% tiveram causas predominantemente orgânicas, como alterações hormonais ou problemas originados por alguma doença.
Segundo a ginecologista e obstetra Erica Mantelli, fatores psicológicos e físicos podem influenciar na diminuição do desejo sexual feminino.
As causas são variadas, desde depressão, doença crônica até efeitos colaterais de medicamentos podem alterar a libido da mulher, afirma Erica.
O estresse no trabalho, trânsito e o cansaço podem fazer com que o sexo não seja realmente aproveitado. O que as mulheres esquecem é que as relações sexuais são ótimos calmantes, além de relaxar e ser um momento importante para melhorar o vínculo do casal.
A ginecologista listou algumas das causas físicas e psicológicas responsáveis por essa falta de desejo:
 
PROBLEMAS DE SAÚDE: infecções vaginais, inflamação do colo do útero, diabetes, depressão, alterações da tireoide e deficiência hormonal podem afetar o desejo sexual.
 
ÁLCOOL E DROGAS: em excesso, podem diminuir a libido.

 
MEDICAMENTOS COMO: anticoncepcionais, antidepressivos, antibióticos, anti- hipertensivos e Anticonvulsivantes, também interferem no problema.
 
PROBLEMAS PSICOLÓGICOS COMO: estresse pelo excesso de trabalho e tarefas em casa, bem como ansiedade, depressão, baixa auto-estima e eventual histórico de abuso sexual inibem a libido.
É importante ressaltar que muitas vezes a disfunção feminina ocorre devido à disfunção masculina, como ejaculação precoce, disfunção erétil e até mesmo inabilidade do parceiro.
 
TRATAMENTO
Se a causa for psicológica, a paciente deve iniciar uma terapia comportamental cognitiva com um profissional para tratar a disfunção. Caso seja orgânica, o tratamento pode ser medicamentoso, explica a médica.
O tratamento ideal pode requerer consultas multidisciplinares com ginecologistas e profissionais com experiência em sexualidade humana, psicólogo e fisioterapeuta.
Uma boa dica para recuperar o desejo é relaxar, reservar um tempo para jantar, ir ao cinema e aproveitar a vida a dois, deixando o cansaço e outros problemas que possam afetar o casal fora da cama.

Fonte: zerohora